Ônibus para Paraty com bike, nem pensar! A Reunidas, concessionária que serve a cidade histórica é péssima. Exige que o ciclista desmonte e embrulhe a bike, para que se digne a aceita-la como bagagem. Então, planejei uma primeira escala em Ubatuba, não só servida pela bike-friendly Pássaro Marron, como onde se encontram alguns queridos amigos que ofereceram me hospedar e levar de carro a Paraty, amanhã.

No terminal rodoviário Tietê, onde me despedi da esposa e resgatei a passagem comprada pela internet, tive o primeiro momento de espera, aproveitado para fotografar a bike com toda a tralha de viagem. Às 10:30h o ônibus partiu.

Trajeto rodoviário tranquilo, cheguei a Ubatuba às 14:50h. Auggie me pegou na rodoviária e fomos ao apartamento dele e Cacá, nas Toninhas, onde fico por hoje. Amanhã, eles me deixam em Paraty, para começar a aventura. A tralha parece em ordem e não me ocorreu nada que tenha esquecido. Preocupação primeira para amanhã é com segurança, na passagem pela periferia de Paraty. Avalio a oferta de Aggie de me levar de carro até o limite da área urbana. Talvez eu aceite.

Por ora, bom momento de compartilhar, para quem pretenda fazer uma viagem longa de bike, o planejamento da minha tralha, que distribuí em quatro volumes:

  • Mochila Camelback Mule 12 litros (3l de água; 9l de bagagem)
  • Bolsa de quadro triangular
  • Bolsa de guidão pequena, para câmera fotográfica
  • Alforje de selim de 12 litros

Minha planilha de equipamentos e bagagem ficou assim (baixe o pdf):

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